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segunda-feira, 31 de dezembro de 2012

Happy New Year! :))























Este ano foi um ano em geral bom. Consegui esquecer quem mais me fez sofrer e consegui encontrar pessoas que me fizeram realmente feliz. Os verdadeiros amigos permaneceram , como em 2010 e 2011. Já eu, mudei, mudei muito, e irei mudar muito mais, já num novo ano, sem saber se para pior ou para melhor. Contudo, foi um ano essencialmente de crescimento, foi um ano de amizades e paixões fortes. A partir da 2ª metade do ano, a minha vida tornou-se melhor e manteve-se assim até agora. Só não peço que piore, apenas isso. E que tal como dizia no meu signo (gosto sempre de me informar sobre estas coisas), seja um ano bom, intenso, cheio de paixões. Mas sem quedas, sem tristezas. 


Feliz Ano Novo a todos !

domingo, 30 de dezembro de 2012

O mundo já acabou á muito tempo, e ainda ninguém reparou .


O mundo está cheio de pessoas egoístas, hipócritas, ocas e sem escrúpulos. A ignorância está-se a tornar uma moda, assim como a cobardia. A injustiça então, a injustiça e a desigualdade fazem cada vez mais parte deste mundo. Não dão sequer oportunidade aos mais pequenos de falar, e os grandes também não fazem nada para mudar o mundo.
O que eu tenho a dizer? O que eu tenho a dizer, tanto de Portugal como de todo o mundo é que existem muitos humanos mas não existe humanidade. E será que alguma vez existiu? Será que alguma vez as pessoas realmente se importaram umas com as outras? Alguma vez houve realmente paz? Alguma vez houve realmente amor? Alguma vez houve partilha, solidariedade? Na minha opinião não, e sabem porquê? Porque vivemos num mundo em que as pessoas são frias, interesseiras, e nunca fazem nada sem querer ter algo em troca. O mundo é movido por dinheiro. Os destinos dos povos são movidos pelos interesses dos grandes. Por muita conversa que alguns políticos possam ter, 99,9% é ilusão, se acreditam que alguém vai fazer algo para mudar esta crise. Isso não vai acontecer, sabem porquê? Porque foram criados seres egoístas, numa sociedade cheia de regalias, mas que agora está a sofrer as consequências dos seus luxos, luxos esses que nos enriquecem por fora mas nunca por dentro. Veêm-se pessoas perdidas, desorientadas, a sentir-se injustiçadas porque por uns, pagam os outros, e para isso já somos um país, para isso já lhes interessamos. Tiram a quem tem migalhas mas se tirassem a quem tem em exagero, aí sim podiamos sair desta crise. Do que é que eles têm medo? Que lhes tiremos os carros, as vivendas, os 40.000€ euros que lhes dão todos os meses? Não, na verdade as pessoas só querem uma vida agradável. E sim, isto enfurece-me, porque há quem viva com 100€ por mês. Há quem nunca teve direito a ter um carro, uma casa decente, uma vida digna. Enquanto os que nada fazem, os que nada passam, têm direito a ter por mês que nunca ninguém vai conseguir numa vida inteira. Isto é o mundo em que habitamos?

quinta-feira, 20 de dezembro de 2012

It is all about us, It's all about you.



Afastaste-te de mim com todas as tuas forças. Não me falas, e eu tenho saudades disso, de quando falavamos a toda a hora. Tenho saudades das parvoíces que dizias. Da maneira como dizias que me amavas, da maneira como me tratavas. Só tu é que me fazias sentir completa. Eu era viciada em ti. Em todas as tuas palavras, em todas as nossas "random conversations" que eu tinha só contigo. Como é que te conseguiste afastar tão rápido de mim? Como é que conseguiste manter a tua palavra? Será que pensas em mim todos os dias, assim como eu penso em ti? No que poderíamos ter sido, no que acabou, no que desperdiçamos? Pergunto-me isto todos os dias, a todas as horas. Continuas a ser especial, acredita em mim. E nunca deixarás de o ser, porque és o rapaz mais imprevisível do mundo, e és, ou eras, a pessoa que me fazia sentir mais feliz, e a pessoa que eu mais valorizo. Nunca te esqueças de nenhuma palavra que me disseste. Nunca te esqueças daquilo que eu já quis fazer por ti. Nunca te esqueças de mim. Nunca te esqueças de nós.

quarta-feira, 12 de dezembro de 2012

grande! *




" Eu sou um fruto da sociedade. Sou o que ela me tornou. E agora que digo o que me vem na cabeça eles não me querem mais. Foi assim que você me criou, América. "