segunda-feira, 9 de abril de 2012
Blábláblá, a vida!
Em toda a tua vida vais deparar-te com todo o tipo de sentimentos, podes pensar que não porque somos todos diferentes, mas se souberes interpretar bem, vais perceber que sentes mais daquilo que imaginas e sentes tudo aquilo que os outros sentem. Concerteza já tiveste momentos em que pensaste que os adultos faziam demasiado drama, que nada é assim tão complicado como eles dizem, que basta quereres algo para as coisas acontecerem da maneira que te apetece. Mas depois há o momento em que acordas para a vida, que percebes que nada é igual a antes e perdes um lado de criança da tua personalidade que no fundo te puxava para cima nos momentos em que te punham para baixo. Começas a pensar que se calhar precisas de começar a criar algo que não tinhas, uma força que antes não precisavas, e aos poucos e poucos começas a conseguir tornar-te mais adulta. Contudo, essa força já não é igual á confiança que tinhas antes e ás vezes ainda chegas a duvidar de tudo aquilo que te rodeia, começas até a duvidar de ti e dos teus próprios sentimentos. Mas isso é tão normal, sabes? É tão normal sentires-te confuso/a, tão normal pensares que és menos que os outros, é tão natural pores uma série de questões na tua cabeça que o que precisas mesmo é de começar a viver mais. Vive mais. Não vale de nada ires-te deitar com a cabeça cansada de pensar, começa a cansar o corpo em vez da mente, isso sim vale a pena, isso assim faz-te sentir bem, é sinal que te levantas-te, que andaste, que viveste e que não ficaste em casa a deprimir com os teus sentimentos, é sinal que não precisaste de por a tua cabeça a andar á roda para te mexeres. Mas é verdade, a vida é uma roda viva, é uma montanha russa, a única coisa que tu precisas é de encontrar o equilíbrio e por muito difícil que isso ás vezes pareça, até é possível.. Ás vezes mais vale ficar 24 horas a chorar por algo, perderes um dia da tua jornada a deitar tudo cá para fora do que todos os dias te deitares na cama a chorar pela mesma coisa de sempre. Simplesmente não vale de nada repetir o mesmo sofrimento todos os dias, isso só te vai impedir de marcares a diferença nesses mesmos dias com momentos que te façam recordar o quão bom é o simples acto de existir. Não desperdices.
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